chá de toffee

Quando minha amiga Claire deixou São Paulo, ela me entregou pequenas heranças: sachezinhos de chás diversos e um pacotinho meio pela metade. Ainda era verão. Abri, olhei, cheirei (gostei) e deixei guardado. Posso estar enganada, mas sempre identifico o gosto de Claire por chás para dias frios. Esperei os dez graus. Ou doze. Ou oito. Tanto faz. Até porque às oito da manhã nessa época do ano, tudo parece ter mais ou menos dez graus. Levei para tomar pós aula de yoga com Carline. Chutamos que seria um chá preto com mel. E eu passei a semana mirabolando como eu poderia criar uma receita de chá com aroma de mel… Não consegui e fui pesquisar o que havia no tal do Butterscotch: chá preto Ceylon aromatizado com chocolate e caramel. Levei de novo para apreciarmos induzidas.

O mel sumiu da minha cabeça e foi substituído pela bala toffee.

 

Das vivências de hoje (o dia está apenas pela metade),

sai da minha cabeça uma lista de pequenas notas:

 

* a mente domina o paladar *

 

* Claire sabe tudo sobre chás para o inverno *

 

* o Butterscotch não sai da minha bolsa *

 

* um escritório amplo sem ar condicionado pode ser confortável *

 

* network é uma invenção chata, que não tem o touch das relações *

 

* Contardo Caligaris falando de Meia-Noite em Paris e sonhos é imperdível *

 

Estou gripada, mas topo caminhar sob a chuva e falar de sonhos.

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