transição 2013-2014

Ainda é o segundo dia do ano e, apesar de já termos virado no calendário, acredito que estejamos em plena transição de 2013 para 2014. Talvez influenciada pelo simbolismo da data, acordei hoje em um super pique. Almocei na casa da minha tia para comer ozoni, uma sopa com bolinhos de arroz dentro (mochi). É tradição japonesa comer no primeiro dia do ano e, como estava fora, achei que hoje ainda está valendo! Estou cuidando da casa e do blog, pensando nessa transição e no que acho que ainda precisa estar mais completo na minha vida, inspirada pelo trecho do Livro do Chá que está na foto acima. Foi a frase que escolhi para entregar a todos que participaram do evento Chá com Yoga, em que propusemos que vivenciassem esta pausa para reflexão com qualidade. Foi uma tarde super gostosa em que eu também pensei sobre um bocado de coisas. É muito legal fazer isso ou degustar um chá depois de ter feito a prática de yoga, pois o trabalho com o corpo deixa a gente mais pleno no que está pensando ou degustando.

Na vivência, degustamos um chá delicioso, que eu não conhecia, da Revolution Tea (que apoiou o evento): orange chocolate green tea. A base é de chá verde, mas aromatizado com laranja e chocolate. E ainda tem um pouco de gengibre que deixa o blend levemente condimentado. Todo mundo ficou encantado, pois um chá com cara de sobremesa pode ser meio arriscado, estranho. Mas ele pode bem passar por um bom chá, achei bem gostoso.

Ter um momento de pausa, seja para fazer yoga, refletir sobre a vida, tomar um chá gostoso, foi essencial antes das festas de Natal. Sabe quando a gente para tudo para cuidar de si? Foi isso. Foi tão legal que muitos deram a ideia de fazermos encontros periódicos reunindo chá e yoga. Agradeço muito a quem esteve lá, foi também a chance de conhecer pessoas legais e rever amigas queridas que estão na busca de uma vida mais presente, um super desafio para quem vive em uma cidade como São Paulo, que o tempo todo oferece situações em que é muito fácil a gente se distanciar de nós mesmos e perder tempo reclamando da vida…

E sobre a frase do começo do post, não a interpreto como algo platônico ou impreciso demais. Encaro mais como um impulso poético, vital, algo que inspira. Se você que está lendo o post ainda tem espaço para pensar na transição, preencha o incompleto com o que vem do seu coração.

O intangível pode ficar de lado, vamos colocar nossa energia para imaginar, sonhar, criar.

Feliz 2014!

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