refresco doce

Doce quebra-galho, facílimo de fazer! Encontrei este chá verde doce um pouco antes de sair de viagem. Queria levar na mala algo que fosse prático, compatível com o verão e pudesse agradar o paladar de muitas pessoas (afinal, o legal da viagem, é poder compartilhar a mesa). A proposta foi mais forte: mesmo com dez pés atrás de chás instantâneo, resolvi arriscar.

Agora eu posso contar que, quando eu finalmente abri a embalagem em Porto Alegre, tive um pouco de aflição de ver esse pozinho verde com açúcar brilhante. Deve ser o trauma de todas as crianças que amavam comer Dipilik e um belo dia, na escolinha, veio algum amigo sem graça dizendo que o pozinho dava câncer. Eu pensei nisso quando abri o pacote de chá (tenho o mesmo tipo de lembrança quando vejo aqueles pozinhos americanos de misturar no café para dar a sensação de leite), mas havia, sim, um cheirinho de gyokuro. Será que forcei a barra para tentar me convencer de que tinha feito bom negócio? Se eu fiz isso, deu muito certo! No primeiro gole com gelo eu adorei o chá, mesmo sendo mais adocicado que o meu paladar suporta. Mas achei ideal para dias quentes, um refresco doce para se tomar em um jardim de pedras.

Este chá verde instantâneo foi comprado em uma lojinha de produtos japoneses (Ohashi, que fica no Jardim Bonfiglioli, em São Paulo) e deve ter custado cerca de R$ 15  – minha memória anda péssima, sorry. Também não sei qual é a marca (sei que existem outras no mercado, a mãe do Carlo, que também nos recebeu em Porto Alegre, me mostrou um outro pacotinho, mas também não sabia qual é a marca). O legal é que é muito fácil de fazer: 6 colheres de chá bem cheias para 1 L de água. Coloque gelo se preferir (eu acho que dá toda uma graça). Dá para fazer quente também ou deixar a textura bem pastosa para passar no pão (eu tentei misturar com iogurte, gostei médio). Prefiro mesmo bem gelado.

Sirva em tacinhas de cerâmica para manter o propósito refrescante. Aqui eu posto os copinhos da Ju, anfitriã querida!

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